Alexandre Vannuchi Leme, estudante e militante, morto dia 17 de março de 1973, no DOI-Codi, teve reconhecida sua condição de anistiado político. Em julgamento simbólico, no Instituto de Geociências da USP, dia 15 de março, o Estado brasileiro admitiu o erro ao perseguí-lo e pediu desculpas oficiais. Seu nome consta no memorial da Praça do Relógio, na Cidade Universitária.

Alexandre Vannuchi Leme, estudante e militante, morto dia 17 de março de 1973, no DOI-Codi, teve reconhecida sua condição de anistiado político. Em julgamento simbólico, no Instituto de Geociências da USP, dia 15 de março, o Estado brasileiro admitiu o erro ao perseguí-lo e pediu desculpas oficiais. Seu nome consta no memorial da Praça do Relógio, na Cidade Universitária.

Alexandre Vannuchi Leme, estudante e militante, morto dia 17 de março de 1973, no DOI-Codi, teve reconhecida sua condição de anistiado político. Em julgamento simbólico, no Instituto de Geociências da USP, dia 15 de março, o Estado brasileiro admitiu o erro ao perseguí-lo e pediu desculpas oficiais. Seu nome consta no memorial da Praça do Relógio, na Cidade Universitária.


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